Vida acadêmica

Voltando…

Olá, pessoas!

A última postagem nesse bloguinho foi no dia 30/12/2016. Cá estou novamente em pleno 03/01/2018. O ano de 2017 foi bem intenso, a tal ponto que olho para trás e me admiro que vivi tanta coisa em 12 meses.

2017 eu ingressei no mestrado. Larguei meu emprego e fui morar em uma capital. Tive que aprender a lidar com a correria do trânsito, a depender de transporte público, a aproveitar melhor meu dia visto que passo um tempo precioso em ônibus, lidar com o primeiro assalto e, principalmente, a lidar com o ego acadêmico de alunos e professores.

Graças a Deus, nessa caminhada, encontrei pessoas super legais. Pessoas, que assim como eu, sofriam os baques acadêmicos, as frustrações financeiras, as cobranças de artigos, eventos, disciplinas…

Viajei para Salvador e Campina Grande. E ratifico: o Nordeste é o meu país!

Despedi-me de Belchior, lá no Dragão do Mar.

Conheci a Pauline Chiziane e a Marina Colasanti.

Comprei um celular de 500 reais que faz a mesma coisa que o meu furtado que foi 1.300. De certa forma me desapeguei desse aparelhinho que parece que se tornou uma parte de nós.

Talvez tenha sido o ano que menos tirei foto. Não sou mais tão adepta de selfies e de registar o que acontece na minha vida para, posteriormente, postar no Facebook ou Instagram. Aliás, consegui desativar e não se sentir falta do primeiro, e o segundo está na mira da desativação.

Senti-me muitas vezes burra e deslocada dentro da universidade. trabalhei esse sentimento e acho que não sou tão medíocre assim e que no final vai dar tudo certo. Aliás, não vejo a hora de terminar esse mestrado para poder voltar a ler em paz. Depois do ingresso, não consigo ler coisas fora da dissertação sem peso na consciência. Antes pensava em emendar no doutorado. Hoje não. Quero paz mental, espiritual (e acadêmica).

2018 mal começou e estou levemente cansada. Contudo é essa pseudo fadiga que me impulsionará. Haverá qualificação, defesa, copa, eleição e, possivelmente, a prorrogação de um concurso que passei em 2016 e que anseio muito ser nomeada.

2018, seja rápido e indolor, por favor.

Vida acadêmica

O Outono do Patriarca, Gabriel García Márquez

aquelas tardes amenas em que havia feito as pazes com o núncio apostólico e este o visitava sem audiência para tratar de convertê-lo à fé do Cristo enquanto tomavam chocolate com bolachinhas, e ele alegava morto de riso que se Deus é tão macho como o senhor diz diga-lhe que me tire este escaravelho em zumbe no meu ouvido, dizia-lhe, desabotoava os nove botões da braguilha e mostrava-lhe a hérnia descomunal, diga-lhe que desinche esta criatura, dizia-lhe, mas o núncio pastoreava-o com um longo estoicismo, tratava de convencê-lo de que tudo o que é verdade, diga-o quem o disser, provém do Espírito Santo, e ele o acompanhava até a porta com as primeiras luzes, morto de riso como poucas vezes o haviam visto, não gaste pólvora em ximango, padre, dizia-lhe, para que me quer convertido se de qualquer modo faço o que os senhores querem, que porra.

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Experiência com o kindle paperwhite

Desde que comprei o e-reader, muitas pessoas perguntaram se estou gostando desse novo suporte para leituras.

Por muito tempo namorei a ideia de comprar um. Pensava, pensava… Já tinha tido experiência de ler ebooks pelo tablet, e não foi uma experiência boa. O fato de esquentar na mão, a iluminação forte que cansa os olhos, a própria formatação dos textos tornava o ato de ler enfadonho. Por muitas vezes, assisti a vídeos de vlogueiros contando suas experiências com o kindle, kobo e pensava “isso não dá para mim”. Contudo, quando a Saraiva lançou o Lev fiquei muito tentada a comprar. Não sei o que houve, mas desde então eu não tirei a ideia de comprar um leitor digital de livros para mim.

Esse mês eu comprei o kindle paperwhite. Os motivos da compra foi por ele ter luz embutida (viajo muito de ônibus, então seria uma mão na roda), ser um dispositivo muito elogiado e o formato mobi ser fácil de baixar. Ele é super leve, cabe na palma da mão. A bateria realmente dura muito, e o ato de ler é menos cansativo do que no próprio livro físico.

O fato dele ser estreitinho e pequeno faz dele meu companheiro inseparável. Ando com ele para cima e para baixo. Sempre que aparece um tempo livro, tiro ele da bolsa e dou uma adiantada na leitura. O problema é que minha preguiça em resenhar não acompanha a mesma disponibilidade em ler.

Algumas informações para leigos em ereader:

  • Ler aquivos .pdf não é legal. A letra fica pequena (você pode aumentar, mas terá que ficar arrastando a tela para terminar de ler as frases). Há o um programa (Calibre) que faz a conversão de arquivos em .pdf para .mobi (ou qualquer outro que você queira), mas das experiências que tive, o texto não ficou legal. Algumas frases ficaram “quebradas”.
  • É possível ler história em quadrinhos – HQ -, mas não será 100% legal. A tela do kindle é monocolor.
  • Bateria dele dura muito por conta que não há gasto energético quando ele está em stand by.
  • Dá para você pressionar uma palavra desconhecida e descobrir seu significado. Além, de também poder fazer isso quando estiver lendo em um idioma diferente.
  • Você pode marcar um trecho, além de fazer um comentário nele. Há opção de também compartilhar o trecho selecionado no facebook ou twitter, desde que o livro tenha sido comprado na loja da Amazon.

P.S. Este post não é patrocinado pela Amazon. X)

 

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Vida acadêmica

Quero desejar aos meus leitores – recorrentes e esporádicos – um ótimo ano!

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Dias das crianças já chegou!

Sempre procuro motivos para que as pessoas me presenteiem com livros. O fato de estar chegando o dia das crianças foi uma boa desculpa para conseguir junto ao papi presentinhos literários. Comprei todos pela Estante Virtual do sebo Armazém do livro usado. Adoro esse sebo por conta do preço e pelo fato de todos os livros que eles vendem ter a fotinha para dar uma conferida na capa. Já é a segunda compra que faço, e sempre encontro títulos maravilhosos por preços bacanérrimos!

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